segunda-feira, 1 de setembro de 2008

TEXTO DO MORAN

A AVALIAÇÃO DE CURTO E LONGO PRAZO

A AVALIAÇÃO DE CURTO E LONGO PRAZO


Sempre que falamos em educação e avaliação, logo surge em nossas mentes aquele conhecimento individual pré-requisitado com resultados previstos e esperado. Com certeza, esta é uma maneira objetiva e imediatista de se obter o nível daquilo que aprendemos num curto espaço de tempo.

No entanto, a avaliação que de fato vai nos dar segurança e tranqüilidade do que realmente nós aprendemos é a de longo prazo. Porque é a longo prazo que vai acontecer nossa evolução como pessoas e aí sim, com o desenvolvimento de nossas funções sociais vai surgindo nossas características mais curiosas ou acomodadas, mais abertas ou fechadas, mais tranqüilas ou precipitadas, agindo com ética ou sem ética, com coerência ou sem coerência.

A avaliação a longo prazo tem possibilidade de mostrar-nos o grau de aprendizagem intelectual moral e emocional, através do nosso relacionamento com os outros e pela nossa vivência prática e cotidiana.

Sem dúvidas, no dia-a-dia encontramos pessoas pessimistas diante da aprendizagem, não acreditam no seu potencial evolutivo, não pesquisam, não buscam novos caminhos, só mudam se for realmente necessário.

Precisamos viver prazerosamente entusiasmados, continuamente aprendendo, sempre dinâmicos e integrados, nos relacionando com todos com harmonia e simplicidade. Se tudo isto, de fato, estiver acontecendo, com certeza haverá muita aprendizagem e a educação terá cumprido um papel relevante e poderá elevar a auto-estima, despertando qualidades e novos talentos nos indivíduos em geral.


http://www.eca.usp.br/prof/moran/prazo.htm

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